3 fatos sobre UX DESIGN do METAVERSO GATHER – Psicologia Aplicada ao Design

Rian Dutra fazendo análise de Psicologia aplicada ao Human Experience Design

“Encontrei coisas no metaverso Gather que vão mudar a forma como você enxerga o trabalho remoto.

Parte 1: Trabalhar de casa parece fácil, mas pode ser muito solitário. Num estudo da Buffer, 21% disse que a solidão era a pior coisa. Dependendo, o profissional pode se sentir até excluído, experimentando efeitos do Ostracismo Social. Nosso cérebro ativa as mesmas estruturas de quando sentimos a dor física: dor social.

Mas no Gather, esse distanciamento é amenizado. Você literalmente trabalha no mesmo ambiente que seus colegas, porém virtualmente. Você vê eles, você anda com eles, você dança e joga confete com eles.

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Erros de UX Design: site da Shopee – Vieses Cognitivos e Psicologia aplicada ao Design

Rian Dutra fazendo análise de Psicologia aplicada ao Human Experience Design

“Encontrei 3 problemas de design no site da Shopee.

Problema 1: nossa, mas que site poluído! Sabe aquele conceito de “menos é mais”, então, a Shopee não curte isso não, hein. “É a 25 de março às véspera do Natal”, “é a Time Square dos apps”, disseram meus seguidores no Instagram.

O ruído visual atrapalha a cognição. Isso é um matador de conversão! Essa sobrecarga de informação pode causar Síndrome de Fadiga Informativa, que atrapalha você a se decidir entre o fatiador de bananas ou o Teletubbies zumbi.

Acontece o Paradoxo da escolha: tem tanta coisa na tela que você fica sobrecarregado, confuso e tem uma Paralisia por Análise.

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Erros de UX Design: aplicativo do Twitter – Vieses Cognitivos e Psicologia aplicada ao Design

Rian Dutra fazendo análise de Psicologia aplicada ao Human Experience Design

“Encontrei 3 problemas de design e experiência no Twitter.

Problema 1: Contas fake. É só entrar num tweet que parece que estou numa festa à fantasia: um monte de gente usando máscara e opinando mais que Léo Dias.

Até Elon Musk já reclamou. Até 20% das contas podem ser falsas. Perigoso. As pessoas mudam quando são anônimas. Efeito de desinibição online: quando abandona sua identidade, as restrições ao seu comportamento normal também desaparecem.

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Comunicação virtual restringe a geração de ideias criativas — artigo polêmico da Nature

Rian Dutra falando sobre Psicologia aplicada ao UX Design

“Reuniões em Zoom matam a nossa criatividade. Ou melhor, a comunicação virtual restringe a geração de ideias criativas: é um artigo publicado na Nature recentemente.

Bastante controverso, por sinal.

Nessa pesquisa, os autores fizeram o rastreamento do olhar de 602 participantes durante videoconferência em laboratório, e então tiraram a conclusão de que por conta de focarmos muito na comunicação através de uma tela, acaba que isso inibe a geração de novas ideias durante as reuniões. Segundo os autores, essa interação virtual vem com um custo cognitivo.

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Google tem deixado as pessoas burras? Efeito Google e a Psicologia da Experiência de Aprendizagem

Rian Dutra falando sobre Psicologia aplicada ao UX Design

“Será que o Google tem deixado as pessoas burras? Pergunta polêmica, né? Assim, há uns 20 anos, pra sabermos algo, buscávamos em bibliotecas, Barsa, livros, perguntávamos aos mais velhos.

Hoje é fácil. É só dar um Google. Mas se parar pra pensar, hoje a resposta está no Google não na nossa mente.

Acaba que não guardamos essa informação na nossa memória porque sabemos que é só buscar no Google que vamos encontrar de novo.

Isso tem até um nome: Efeito Google, também conhecido como Amnésia Digital. E isso afeta diretamente a Experiência de Aprendizagem (Learning Experience), seja presencial ou à distância.

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Atenção Seletiva e Cegueira à Mudança afetam a Experiência do Usuário em produtos mal projetados

Rian Dutra falando sobre Psicologia aplicada ao UX Design

“Olha só. Presta atenção. Olha esse bonequinho do Chaves. Prestou atenção? Se prestou, então você deve ter percebido que estava usando relógio neste braço. Não?

Quando focamos numa coisa, nós tendemos a ignorar outras coisas ao nosso redor. Atenção seletiva. E isso pode afetar negativamente o seu design.

Infelizmente, o design lida com os serumaninhos – quer dizer, felizmente – então, não existe uma receita mágica para ter toda a atenção do usuário que gostaríamos de ter.

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Globoplay acabou com a graça do BBB – Percepção do usuário, spoiler e Human Experience Design

Rian Dutra falando sobre Psicologia aplicada ao UX Design

“Hoje, acordei, liguei a TV e coloquei para assistir ao BBB para saber quem ficou no paredão ontem.

Mas foi só eu abrir o aplicativo, que eu já vi a miniatura do vídeo com a foto de quem ficou no paredão! Ou seja, a própria Globoplay destruiu minha experiência de assistir já que me deu um baita spoiler!

Quer dizer. Foi só um experimento, porque eu não assisto BBB. Nem você, né?!

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Bolsa de Valores e Human Experience Design – A evolução do Mercado de Capitais e Design de Interface

Rian Dutra falando sobre Psicologia aplicada ao UX Design

“O novo design e a bolsa de valores. Você sabe como investiam em ações há 20 anos atrás? Agora, qualquer pessoa pode abrir uma conta numa corretora e comprar ações da Oi ou IRB Brasil. Espero que não seja o seu caso.

Tudo está muito fácil, né? Isso é por conta da evolução da tecnologia em si, mas muito se deve também à evolução do Design de Experiência.

As home brokers eram complexas, com visual duro, gerava muita dúvida, e a pessoa comum não se sentia confiante para se arriscar num trade da vida.

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As cinco dimensões da curiosidade aplicadas no Design de Experiência

Rian Dutra falando sobre Psicologia aplicada ao UX Design

“No vídeo anterior eu falei do poder da curiosidade, mas na prática, como descobrir o quanto o usuário é curioso ou o que o faz ter curiosidade?

Vamos falar das cinco dimensões da curiosidade.

A primeira é a Exploração Prazerosa: em geral, temos o desejo de buscar novos conhecimentos.

A segunda dimensão é Privação da Sensibilidade: quando tem algo que não sabemos, corremos atrás pra descobrir, e isso gera um alívio, porque você é futriqueira e quer saber das coisas.

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O poder da curiosidade no UX Design para melhorar os resultados do negócio

Rian Dutra falando sobre Psicologia aplicada ao UX Design

“Vem cá, deixa eu te mostrar. Achei uma coisa legal sobre psicologia pra te falar. Eu acho que a curiosidade é uma das nossas maiores motivações. Um bom trailer de filme pode gerar curiosidade para você querer assistir; Notificações, quando bem escritas, podem te levar a abrir o aplicativo; a capa de um livro, a vitrine de uma loja, a página inicial de um site.

Quando alguém tem uma lacuna no conhecimento sobre um assunto de seu interesse, é provável que vá querer descobrir mais sobre isso. Essa é a Teoria da Lacuna de Informação (Information-Gap Theory).

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Criando designs para usuários com ansiedade – Psicologia e Human Experience Design

Rian Dutra falando sobre Psicologia aplicada ao UX Design

“Deixa eu te falar uma coisa… ⌛ Já ficou ansioso, né? Só porque eu demorei um segundinho pra iniciar meu texto neste vídeo.

Quando se trata de internet e uso de produtos, a maioria dos usuários são ansiosos e não querem perder tempo. Se um loading é demorado, ou se se o texto é muito longo, ou se a interface é difícil de usar, o usuário pode ficar ansioso e acabar desistindo de usá-lo.

Imagina você mexendo em um aplicativo de compra e venda de ações e, sem querer, faz uma besteira, mas não sabe como desfazer ou o motivo do erro. Ou, se você sem querer apagou um arquivo no Dropbox e não sabe para onde ele foi. Ou, se você estiver tentando acessar sua conta bancária, mas sua conta não abre.

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O poder psicológico do Storytelling para engajar e aumentar vendas

Rian Dutra falando sobre Psicologia aplicada ao UX Design

“Se você for no meu Instagram, vai ver que sou apaixonado por Jeep. Tem um comercial deles chamado “The middle”, que começa com uma capela no exato centro dos Estados Unidos. Fala sobre liberdade e medo. E o comercial nem mostra o Wrangler novo, mas o Willys de 1980. No final, termina com a frase “para os Estados Reunidos da America”, falando que o que nos conecta é a liberdade.

Nem mostraram o carro. Contaram a história de um véi viajando pelo Kansas que dá até pra se emocionar no final. Cheio de valores intrínsecos. Isso é sobre Storytelling. É desenvolver uma narrativa sobre um produto com a intenção de mostrar o valor na vida do usuário.

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Como usar o Design para criar hábitos nos usuários com o Condicionamento Clássico de Pavlov

Rian Dutra falando sobre Psicologia aplicada ao UX Design

“Vem cá, olha isso, ó… (Rian mexe no pacote de torrada). Sempre quando mexo em algum pacote de pão ou biscoito, o Douguinho já me olha como se estivesse sem comer há dois dias. Algo parecido também acontece quando pego a chave… porque, você sabe, o Doguinho é bem saidinho e fica doido pra ir lá fora.

Isso tem nome: Condicionamento Clássico de Pavlov. Em resumo, memória associativa. É um tipo de aprendizado automático e inconsciente. Ligar dois estímulos distintos pode ser uma boa maneira de criar um aprendizado sobre algo. Ou de estimular alguém.

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Quais são as diferenças entre UX e CX (Experiência do Usuário e Experiência do Cliente) — Experiências Humanas com produtos e marcas

Rian Dutra falando sobre Psicologia aplicada ao UX Design

“Vídeo um pouco diferente mas necessário sobre UX e CX – Experiência do Usuário e Experiência do Cliente. Tenho visto muita gente no LinkedIn confundir UX com CX, o que me preocupa bastante.

É como confundir goleiro com zagueiro. Os dois fazem de tudo para a bola não entrar no gol, mas um está entre as traves e usa as mãos e o outro confronta os atacantes com os pés. Não que eu seja expert em futebol, mas em Design de Experiências sim.

UX e CX: nos dois casos, o ser humano deve ser colocado no centro do projeto. Ambos lidam com experiências humanas. Mas o cara que trabalha com UX defende a experiência com o produto; e CX, com a marca.

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Cegueiras psicológicas que afetam a Experiência do Usuário

Rian Dutra falando sobre Psicologia aplicada ao UX Design

“Olha que curioso. Hoje, vi um pássaro na sacada da minha casa. Ele tava cantando ali fora e, do nada, deu um rasante na porta de vidro… “ô, doido, a saída é pra lá, rapaz. Vai!” Ele bateu no vidro porque pensou que o reflexo era a própria natureza. E isso já aconteceu comigo também. Na verdade, duas vezes comigo, com a Gisele e com o Douguinho. Simplesmente, passei reto no vidro, mesmo tendo um puxador flutuante no meio do caminho.

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Tarefas repetitivas e a Experiência do Usuário

Rian Dutra falando sobre Psicologia aplicada ao UX Design

“Você já precisou fazer alguma tarefa repetitiva e desejou encontrou uma forma de agilizar tudo?

Sei lá… etiquetar vários produtos para enviar pelo correio. Ou enviar uma mensagem de natal para cada um dos clientes. Ou até agendar o pagamento de dezenas de boletos de uma só vez. Ninguém gosta de fazer tarefa repetitiva.

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